Tal qual a pré-candidatura à Presidência da República em 2002, Roseana Sarney uma vez mais vê sua candidatura desmanchar como picolé em nova operação da Polícia Federal.

Desta vez, a tentativa da oligarca em voltar ao Palácio dos Leões foi alvejada pela apreensão dos R$ 51 milhões em apartamento utilizado pelo amigo da ex-governadora, em Salvador.

Em Brasília, dez em cada dez peemedebistas acreditam que a dinheirama é resultado da corrupção, que abasteceria o caixa dois das campanhas do PMDB em 2018.

E foi o próprio presidente do partido, senador Romero Juca (PMDB), notável investigado pela Lava Jato, quem disse ser a candidatura de Roseana a menina dos olhos da cúpula do PMDB de Geddel.


Mas, a maior apreensão de dinheiro de corrupção da história do país, semelhante à operação feita pela PF no escritório da Lunus, em 2002, quando foram apreendidos R$ 1,3 milhão, é a pá de cal na candidatura de Roseana Sarney ao governo em 2018.