A igreja vive novos tempos, não que isso seja ruim, mas algumas atitudes deixam a desejar e a transformam em uma instituição sem valor moral e ético.
Ser sal e luz do mundo foi o principal objetivo de Jesus quando instituiu a igreja, não igreja templo, mas sim a igreja corpo, para fazer a diferença no meio de uma sociedade corrompida.
Mas será que estamos executando em nossas vidas o propósito do mestre?... Ou ao invés de fazer diferença estamos agindo pior que os ímpios lá fora? Essa reflexão bate em nossa porta no momento oportuno, quando, olhamos a igreja mergulhada em assuntos que ao invés de trazer beneficio, gera um distanciamento de seus membros. Provoca uma rivalidade que as escrituras condena veemente.
Isso tudo entristece o Espirito Santo, pois a igreja nasceu para ser santa, não um lugar para discursões de assuntos que giram em torno de zeles pessoais. A igreja deve agir com ordem e decência e praticar a arte suprema a qual lhe foi designada: pregar o evangelho e ganhar almas para o reino, a tempo e fora de tempo.
Tudo que foge desse padrão foge do propósito de Deus. Deus não está onde existem contendas, brigas, rivalidades, disputa, engano e acima de tudo, em lugares onde os cujos não olham para o bem do crescimento da igreja, mas sim, para o crescimento da sua tapeçaria.
É uma vergonha o que está acontecendo dentro da igreja hoje. Se os primeiros cristãos pudessem contemplar a situação, não diria que a igreja atual é a mesma que um dia eles fundaram. Tudo que não devia está entrando na igreja (e acredite) pela porta da frente.
Novos tempos, novos rumos, onde será que a igreja vai parar?

POR: RENATO COSTA